Virgínia Pinho, Maranguape, 1985.

 

Artista Visual, Fotógrafa, Professora e Pesquisadora. Mestra em Comunicação pela Universidade Federal do Ceará – UFC. Desenvolve pesquisas sobre cinema e as representações dos mundos do trabalho, produção e circulação de imagens e as relações entre memória e construção do espaço urbano. Participou das exposições “Vaivém” (2019/2020), com curadoria de Raphael Fonseca, “À Nordeste” (2019), com curadoria de Bitú Cassundé, Clarissa Diniz e Marcelo Campos, e do 71º Salão de Abril de Fortaleza. Foi curadora da mostra “Harun Farocki: o trabalho com as imagens” (2017), realizada no Cinema do Dragão. Participou do Laboratório de Artes Visuais do Porto Iracema das Artes (2017), com a pesquisa “Isolamento Compulsório”. Realizou “A saída da fábrica Cione” (2015), premiado no 67º Salão de Abril de Fortaleza e no 8º Arte Pará e “Miragem” (2014/2018), premiado no 25º Cine Ceará. É corroterista e codiretora do longa metragem “Colônia”.

 

Vive e trabalha em Maracanaú/CE.